Revisões de literatura como método

Revisões de Literatura como método de pesquisa

Nessa capacitação iremos abordar a Revisão de Literatura enquanto um método de pesquisa para estudos acadêmicos e científicos. O conteúdo será apresentado em formato de trilha auto-instrucional, assíncrona e de livre acesso.

Conheça e navegue pelos temas contemplados neste treinamento:

1 O que é um método de pesquisa?

De acordo com Creswell (2007), é uma estratégia ou plano de ação que associa métodos e resultadosresultando em abordagens específicas para a investigação científica, cada um com características e finalidades distintas. Também podem ser consideradas técnicas científicas ou ferramentas que serão utilizadas para a realização do trabalho, independentemente de a pesquisa pertencer às ciências físicas, naturais, sociais ou qualquer outra disciplina 

Portanto, o Método escolhido deverá estar de acordo com o Paradigma e a Metodologia identificada para sua pesquisa científica e acadêmica. A Revisão de Literatura pode ser um método adequado. Mas como ter certeza disso? 

Confira na próxima seção!

2 A Revisão de Literatura como Método de Pesquisa

Realizar uma Revisão de Literatura como método de pesquisa vai além da atividade de contextualizar ou fundamentar um trabalho acadêmico. Ela é uma modalidade de pesquisa independente, que segue protocolos específicos para dar logicidade a um grande corpus documental (Galvão; Ricarte, 2019; Denyer; Tranfield, 2009). 

Como método de pesquisa, a Revisão de Literatura possui características de:

Autonomia

É uma pesquisa autônoma, com objetivos, problemas de pesquisa, metodologia e resultados próprios.

Reprodutibilidade

Busca entender o que funciona ou não em um dado contexto através de um caráter de reprodutibilidade.

Completude

Não é apenas uma introdução, mas um projeto de pesquisa autônomo que explora uma questão claramente especificada usando estudos existentes.

Desta forma, a Revisão de Literatura enquanto um método de pesquisa é diversa da revisão de literatura feita como fundamentação teórica de uma pesquisa científica. Fique atento às diferenças!

E quais seriam os tipos de Revisão de Literatura enquanto método de pesquisa que você poderia utilizar no seu estudo? Confira na próxima seção!

3 Tipos de Revisão de Literatura

Embora existam até 14 tipos identificados na literatura da área (como a revisão de mapeamento, rápida ou de guarda-chuva), os três tipos mais proeminentes em pesquisas acadêmicas no Brasil e no mundo são a Narrativa, a Sistemática e a Integrativa (Galvão; Ricarte, 2019Grant; Booth, 2009).

Confira a seguir uma comparação dessas três tipologias de Revisão de Literatura enquanto método de pesquisa!

Revisão Narrativa Revisão Sistemática Revisão Integrativa
Síntese
Publicação ampla que descreve o estado da arte de um assunto sob ponto de vista teórico ou contextual, sem critérios explícitos de busca, de caráter descritivo-discursivo.
Investigação planejada que utiliza métodos explícitos e reprodutíveis para identificar, selecionar e avaliar criticamente estudos primários.
Método que permite a inclusão simultânea de pesquisas experimentais, não experimentais, teóricas e empíricas para uma compreensão completa, sendo o método mais amplo de revisão de literatura.
Áreas e temas indicados

Adequada para fundamentação teórica de teses e artigos ou rápida atualização sobre temas amplos.

Ex: Evolução histórica de um conceito na Psicologia.

Áreas indicadas: ciências humanas; ciências da saúde; artes, letras e linguística; e ciências sociais e humanas.

Indicada para responder questões específicas e fundamentar tomadas de decisão.

Ex: Eficácia de um novo medicamento ou intervenção clínica.

Áreas indicadas: ciências da saúde; ciências sociais aplicadas; artes, letras e linguística.

Usada para definição de conceitos, identificação de lacunas ou revisão de teorias complexas.

Ex: Avaliação de políticas públicas interdisciplinares na Enfermagem ou Administração.

Áreas indicadas: ciências da saúde; ciências sociais aplicadas; multidisciplinar.
Vantagens
Permite adquirir conhecimento em curto espaço de tempo e é flexível na interpretação.
Fornece evidência científica de alta grandeza, minimiza vieses e é reprodutível por outros pesquisadores.
É o método mais amplo; combina diversas metodologias para um retrato compreensivo do tópico.
Desvantagens
Sujeita à subjetividade do autor; não permite a reprodução dos dados e possui baixo nível de evidência.
Exige pergunta muito específica (o que pode limitar a compreensão) e demanda alto esforço/tempo.
A multiplicidade de fontes pode complicar a análise e dificultar a síntese dos dados.
Guias e metodologias
Geralmente não possui um protocolo rígido.
PRISMA, Cochrane Handbook, guias do Joanna Briggs Institute (JBI), TEMAC e protocolos registrados na PROSPERO.
Protocolos de 6 etapas sugeridos por autores como Ganong (1987) e Whittemore & Knafl (2005).
Softwares de auxílio
Gerenciadores como Mendeley, Zotero e EndNote.
Review Manager (RevMan), Rayyan, StArt, Publish or Perish, VOSviewer, Iramuteq, e gerenciadores de referências.
Matrizes de síntese em planilhas (Excel) ou softwares de análise qualitativa como HyperQual, Iramuteq ou NVivo.

4 Metodologias e guias aplicados às Revisões de Literatura

Saiba mais sobre as metodologias e guias aplicados às Revisões de Literatura enquanto método de pesquisa.

PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses) é um guia amplamente reconhecido que estabelece um padrão para o relato de revisões sistemáticas e meta-análises.
 
Ele oferece um checklist de itens essenciais que devem estar presentes no manuscrito (como título, objetivos, fontes de informação e limitações) e um fluxograma (PRISMA flow diagram) para documentar o processo de seleção, inclusão e exclusão de artigos.
 
O uso do PRISMA visa aumentar a transparência e a qualidade metodológica dos relatórios.
 
Cochrane Handbook (Manual Cochrane) trata-se do manual oficial da Cochrane Collaboration, intitulado Cochrane Handbook for Systematic Reviews of Interventions.
 
É um guia técnico rigoroso que detalha todos os passos para a preparação e manutenção de revisões sistemáticas de intervenções em saúde.
 
Ele recomenda um processo estruturado que envolve desde a formulação da pergunta (PICO) até a análise estatística (meta-análise) e a redação de resumos em linguagem simples.
 
Joanna Briggs Institute (JBI) é uma organização internacional voltada para a disseminação de evidências aplicadas à área da saúde.
 
O JBI fornece um conjunto de ferramentas e checklists de avaliação crítica adaptados para diferentes desenhos de estudo, como o JBI-QARI (para estudos qualitativos), o JBI-MAStARI (para meta-análises quantitativas) e o JBI-NOTARI (para opiniões e textos narrativos).
 
Essas ferramentas asseguram a validade e o rigor da síntese de evidências.
 
Saiba mais: https://jbi.global/

O TEMAC (Teoria do Enfoque Meta-Analítico Consolidado) é uma metodologia integrada de revisão de literatura que combina princípios de revisão sistemática com técnicas de análise bibliométrica para mapear e sintetizar o estado da arte de um tema de pesquisa. O método se desenvolve em três grandes etapas:

  1. Preparação da pesquisa: definição de palavras-chave, bases de dados, espaço-temporal e critérios de seleção;

  2. Apresentação e inter-relação dos dados: análise quantitativa e qualitativa das publicações;

  3. Detalhamento, modelo integrador e validação por evidências: síntese dos resultados em um modelo que evidencia tendências, lacunas e principais contribuições da literatura.

Esse método serve também para criar uma visão consolidada e integrada do conhecimento acumulado sobre um tema específico.

Saiba mais: https://www.pesquisatemac.com/aprenda-a-usar-o-temac

PROSPERO (International Prospective Register of Systematic Reviews) é uma plataforma internacional para o registro prospectivo de protocolos de revisões sistemáticas.
 
Recomenda-se que o pesquisador registre o protocolo de sua revisão na PROSPERO antes de iniciá-la para evitar a duplicação de esforços e garantir que os métodos planejados sejam seguidos de forma transparente, minimizando o viés de relato.
 

Além do PRISMA, Cochrane, JBI, TEMAC e PROSPERO, existem diversos outros guias, frameworks e metodologias para revisões de literatura, como o MOOSE, GRADE e ENTREQ (voltados à síntese sistemática), os frameworks de Scoping Review e Mapping Review (para mapeamento de campos de pesquisa), as revisões integrativas e críticas (mais comuns nas ciências sociais), as revisões bibliométricas e de science mapping (voltadas à análise quantitativa da produção científica), além de abordagens como Rapid Review, Umbrella Review e Realist Review, utilizadas especialmente em contextos de políticas públicas e saúde.

A escolha do método deve estar sempre alinhada ao objetivo da pesquisa, ao tipo de evidência que se pretende sintetizar e ao campo do conhecimento em que o estudo se insere.

5 Softwares e ferramentas de apoio às Revisões de Literatura

A Revisão de Literatura, enquanto método de pesquisa, envolve, em geral, a coleta, a organização e a análise de uma grande quantidade de dados e informações. Para apoiar esse processo, o pesquisador pode recorrer a diferentes softwares e ferramentas tecnológicas. A seguir, apresentamos alguns exemplos.

Os Gestores de Referência, ou gerenciadores bibliográficos, são softwares que organizam, armazenam e formatam de forma automática o conjunto de citações e fontes bibliográficas necessário para pesquisas e trabalhos acadêmicos. Com essas ferramentas, o pesquisador pode dispor de citações e referências em vários formatos nacionais e internacionais de padronização, como ABNT, APA e Vancouver.
 
Além disso, esses softwares também auxiliam o pesquisador na gestão de seus apontamentos e estudos, promovendo formas de organizar sua produção intelectual.
 
Esses são alguns exemplos mais populares desse tipo de ferramenta:

  • Zotero: gratuito e de código aberto, possui integração com navegadores e processadores de texto. Saiba mais: https://www.zotero.org/;

  • Mendeley: possui a versão gratuita com armazenamento e sincronização em nuvem. Também dispõe de integração com navegadores e processadores de texto. Saiba mais: https://www.mendeley.com/;

  • EndNote: possui uma versão gratuita simples e versão paga mais robusta. Integração com navegadores e processadores de texto. Saiba mais: https://endnote.com/.

A Biblioteca Central disponibiliza capacitações periódicas síncronas para os softwares Zotero e Mendeley, confira mais informações: https://bce.unb.br/servicos/servicos-de-referencia/

O Review-writing sofftware, Revman (Review Manager), é uma ferramenta desenvolvida pela Colaboração Cochrane para facilitar a preparação de revisões sistemáticas. Ele serve para gerenciar as características e dados dos estudos incluídos, criar tabelas de comparação e realizar a síntese estatística (meta-análise) dos resultados.
 
O Rayyan é um software gratuito e baseado na web e em inteligência artificial. Foi projetado para agilizar a fase de triagem (screening) de referências em uma revisão. Serve para compartilhar citações entre a equipe e permite que os revisores tomem decisões de inclusão ou exclusão de forma cega, minimizando vieses.
 
O StArt (State of the Art through Systematic Review) é uma ferramenta computacional desenvolvida especificamente para apoiar a realização de Revisões Sistemáticas da Literatura (RSL). Serve para guiar o pesquisador em todas as etapas do processo, desde a elaboração do protocolo de pesquisa até a seleção e extração de dados dos artigos selecionados.
 
O Publish or Perish é um programa de software que recupera e analisa citações acadêmicas de diversas fontes de dados. Ele serve para calcular e apresentar uma variedade de métricas de impacto de pesquisa, incluindo o número total de artigos, a contagem de citações e o índice h.
 
A ferramenta auxilia pesquisadores a demonstrarem o impacto de sua produção científica, a identificar periódicos para submissão e a realizar pesquisas bibliométricas ou revisões de literatura.
 
O VOSviewer é uma ferramenta para a construção e visualização de redes bibliométricas. Serve para mapear relações de citação, co-autoria ou acoplamento bibliográfico entre periódicos e pesquisadores, além de oferecer funcionalidades de mineração de texto para visualizar redes de co-ocorrência de termos científicos.
 
O Iramuteq (Interface de R pour les Analyses Multidimensionnelles de Textes et de Questionnaires) é um software gratuito e livre que realiza a análise estatística de textos e matrizes de dados, em especial, qualitativos.
 
Serve para processar grandes corpora textuais, permitindo a criação de nuvens de palavras, análises de similitude e classificações hierárquicas para identificar temas dominantes e vocabulários específicos.
 
Além do Iramuteq, outros softwares para análise de dados qualitativos podem ser utilizados no apoio à execução de Revisões de Literatura:
 
  • HyperQual: É um software voltado para a análise de dados qualitativos e gráficos. Ele serve para registrar e organizar informações de campo, como transcrições de entrevistas e notas de observação, permitindo que o pesquisador codifique, remonte e isole grupos de dados significativos para análise. Saiba mais: http://www.hyperqual.com;

  • NVivo: É um programa de computador especializado na análise de texto e dados qualitativos. Serve para organizar grandes bases de dados (como centenas de páginas de transcrições), facilitando a localização de citações úteis e a identificação de perspectivas múltiplas dentro de uma categoria ou tema. Saiba mais: https://lumivero.com/products/nvivo/;

  • MAXQDA: É um software especializado na análise de dados qualitativos e de métodos mistos. Ele serve para auxiliar o pesquisador na organização, codificação e análise de diferentes tipos de dados (como documentos de texto, entrevistas, vídeos e redes sociais), permitindo a localização ágil de citações e a visualização de conexões complexas entre temas. Saiba mais: https://www.maxqda.com/.

6 Fontes e referências bibliográficas

Quer saber mais sobre Revisões de Literatura enquanto um método de pesquisa? Confira aqui algumas fontes e referências bibliográficas que foram utilizadas na elaboração desse treinamento.

BOTELHO, Louise Lira Roedel; CUNHA, Cristiano Castro de Almeida; MACEDO, Marcelo. O método da revisão integrativa nos estudos organizacionais. Gestão e Sociedade, Belo Horizonte, v. 5, n. 11, p. 121-136, maio/ago. 2011. Disponível em: https://www.gestaoesociedade.org/gestaoesociedade/article/view/1291. Acesso em: 12 jan. 2026. 

CASTRO, Aldemar Araujo. Revisão sistemática e meta-análise. São Paulo: Usina de Pesquisa, 2001. Disponível em: http://metodologia.org/wp-content/uploads/2010/08/meta1.PDF. Acesso em: 12 jan. 2026. 

CAVALCANTE, Lívia Teixeira Canuto; OLIVEIRA, Adélia Augusta Souto de. Métodos de revisão bibliográfica nos estudos científicos. Psicol. rev. (Belo Horizonte), Belo Horizonte , v. 26, n. 1, p. 83-102, abr. 2020 . Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-11682020000100006&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 12 jan. 2026.   

CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. Tradução de Luciana de Oliveira da Rocha. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 

DENYER, David; TRANFIELD, David. Producing a Systematic Review. In: BUCHANAN, David A.; BRYMAN, Alan (ed.). The SAGE Handbook of Organizational Research Methods. [S. l.]: SAGE Publications, 2009. p. 671-689. 

FERENHOF, Helio Aisenberg; FERNANDES, Roberto Fabiano. Desmistificando a revisão de literatura como base para redação científica: método SSF. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 21, n. 3, p. 550-563, ago./nov. 2016. Disponível em: https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/1194. Acesso em: 12 jan. 2026. 

GALVÃO, Maria Cristiane Barbosa; RICARTE, Ivan Luiz Marques. Revisão sistemática da literatura: conceituação, produção e publicação. Logeion: Filosofia da Informação, Rio de Janeiro, v. 6, n. 1, p. 57-73, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.21728/logeion.2019v6n1.p57-73. Acesso em: 12 jan. 2026. 

GRANT, Maria J.; BOOTH, Andrew. A typology of reviews: an analysis of 14 review types and associated methodologies. Health Information and Libraries Journal, [S. l.], v. 26, n. 2, p. 91-108, jun. 2009. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19490148. Acesso em: 12 jan. 2026. 

LEITE, Fernando César Lima. Metodologia da pesquisa: aspectos essenciais. Slides de aula. Brasília, 2016.

LIMA, M. S.; SOARES, B. G. O.; BACALTCHUK, J. Psiquiatria baseada em evidências. Revista Brasileira de Psiquiatria, v. 22, n. 3, p. 142-46. 2000. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1516-44462000000300010. Acesso em: 12 ja. 2026.  

MENDES, Karina Dal Sasso; SILVEIRA, Renata Cristina de Campos Pereira; GALVÃO, Cristina Maria. Revisão integrativa: método de pesquisa para a incorporação de evidências na saúde e na enfermagem. Texto & Contexto – Enfermagem, Florianópolis, v. 17, n. 4, p. 758-764, out./dez. 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072008000400018. Acesso em: 12 jan. 2026. 

OGASSAVARA, Dante et al. Concepções e interlocuções das revisões de literatura narrativa: contribuições e aplicabilidade. Ensino & Pesquisa, [S. l.], v. 21, n. 3, p. 8-21, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.33871/23594381.2023.21.3.7646. Acesso em: 12 jan. 2026. 

PANTANAL EDITORA. Metodologias de revisão bibliográfica para artigos científicos. [S. l.]: Blog Pantanal Editora, 23 set. 2023. Disponível em: https://www.editorapantanal.com.br/blog/metodologias-de-revisao-bibliografica-para-artigos-cientificos/. Acesso em: 12 jan. 2026. 

ROTHER, Edna Terezinha. Revisão sistemática X revisão narrativa. Acta Paulista de Enfermagem, São Paulo, v. 20, n. 2, p. v-vi, jun. 2007. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0103-21002007000200001. Acesso em: 12 jan. 2026. 

SOUSA, Luís Manuel Mota de et al. Revisões da literatura científica: tipos, métodos e aplicações em enfermagem. Revista Portuguesa de Enfermagem de Reabilitação, [S. l.], v. 1, n. 1, p. 45-54, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.33194/rper.2018.v1.n1.07.4391. Acesso em: 12 jan. 2026. 

UNESP. Biblioteca Prof. Paulo de Carvalho Mattos. Tipos de revisão de literatura. Botucatu: Faculdade de Ciências Agronômicas, 2015. Disponível em: https://www.fca.unesp.br/Home/Biblioteca/tipos-de-evisao-de-literatura.pdf. Acesso em: 12 jan. 2026. 

pesquisa.bce@unb.br

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